terça-feira, 4 de junho de 2019

Retorno após a maternidade


Texto não publicado em Novembro de 2017, mas que achei interessante publicar para deixar registrado! ;)




Voltar é difícil, mas preciso! Eu preciso! Ser mãe em tempo integral é desgastante e tenho me esquecido como mulher, por isso esse momento está sendo tão importante para mim! 


Também tenho tratado esse momento como importante para a minha filha, que mesmo muito pequena (apenas quatro meses!), já iniciará uma grande fase em sua vida, pois considero a educação fundamental, sendo clichê digo que a educação é o futuro do Brasil.

Fiquei muito feliz com o primeiro dia de aula dela, um orgulho! Ver ela no colo da Tia e com os amigos do berçário curiosos querendo conhecê-la foi bem legal!

Em casa faço leituras para ela e já temos uma mini biblioteca, o incentivo a leitura começa desde cedo. Será bem legal quando ela começar a ler!

Sobre ela ser muito pequena não tem jeito, pois tenho só 4 meses de licença maternidade e não me culpo por isso! 

Também não me culpo sobre iniciar a mamadeira, são coisas que fazem parte da atual rotina das mulheres que, como eu, optaram por voltar para o mercado de trabalho.

Tenho um texto em que falo sobre o plano de parto, de que tudo que planejei e que não deu certo, para ler clique aqui

Já nessa fase de retorno planejei menos (adoro um planejamento!) e as coisas estão indo super bem, fluindo e nós duas de mão dadas, abraçadas passaremos por essa fase e claro com ajuda do Papai!

Está passando pela mesma fase ou já passou? Se quiser me conte pelo espaço comentários! 

Beijos

segunda-feira, 20 de maio de 2019

Museu da Empatia Feminista



A partir de hoje no Senac Largo Treze está aberta para visitação a exposição Museu da Empatia Feminista, que foi idealizada e criada por alunas do programa aprendizagem da unidade Faustolo, segue abaixo a história do projeto.





HISTÓRIA DO PROJETO

Inspiração: O Museu foi inspirado em uma exposição que teve em Londres; eram histórias diversas, tanto de homens quanto de mulheres e eram representadas por sapatos. O mesmo projeto veio para o Brasil, ganhando espaço no Parque Ibirapuera. Tivemos a experiência de ir visitá-lo e de lá tiramos a ideia de criar o Museu da Empatia Feminista, contando histórias somente de mulheres, para assim despertar empatia em nossa luta diária.

Como conseguimos os depoimentos: Para buscar as histórias, utilizamos muito as redes sociais, e a questão do boca-boca também foi muito importante. Convidamos mulheres, divulgando o projeto em diversos lugares. O processo de busca e gravação foi bem complicado, porque eram mulheres que estavam passando ou que passaram por muitos traumas e nós sabíamos que seria uma questão delicada levantar estas experiências desagradáveis em suas vidas.

Sobre os depoimentos: No total temos 31 depoimentos, sendo alguns com 25 minutos de duração. As histórias variam de adoção a abusos sexuais, psicológicos e situações de violência.

Como conseguimos os objetos: Os objetos foram doados pelas próprias mulheres, porém algumas não se sentiram à vontade o suficiente para entregar algo pessoal ou não queriam marcar um encontro.

Divulgação: Nosso evento foi divulgado através de um evento criado no Facebook e convites feitos por redes sociais.

Objetivo: Despertar empatia nos visitantes e sororidade entre as próprias mulheres. Dar visibilidade a luta diária que é ser mulher.





 A exposição ficará na unidade Largo Treze do Senac até 30/05 então não perca essa oportunidade. Venha prestigiar esse belo trabalho, faça a suas reflexões e leve a discussão para conseguirmos mudar a nossa sociedade.

Espero por vocês!!!

Beijos =)

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Plano de Negócio, ops não Plano de Parto



Fiz um plano de parto detalhado, ouvi inclusive de algumas pessoas, se estava achando que aquilo era um plano de negócio, e vou dizer que sim, achei mesmo e foi assim que tratei o plano de parto.



Fiz bem detalhado, tracei diversos caminhos, pesquisei, estudei, li muito sobre diversos assuntos ligado ao processo todo, da gravidez ao pós parto, tomei algumas decisões e escolhi como gostaria que acontecesse, mas deixei outras possibilidades descritas no plano, pois sabia que poderíamos ter alguns desvios. Comecei no plano A e fui até o plano H.

Aproveito para falar da importância em se fazer o plano de parto, ele deverá ser protocolado na maternidade escolhida e seguido pela equipe médica.

Minha surpresa agora, depois de tudo, é olhar e constatar que tudo que planejei, inclusive as outras possibilidades, não aconteceram como imaginei... que belo chacoalhão tomei da vida para me mostrar que não controlo nada e que fiz um plano de parto falho, pois faltou possibilidades e caminhos que só pude checar passando pelo processo.

O grande aprendizado até aqui foi que não adianta planejar muito, o que precisamos é de sabedoria e equilíbrio para lidar com as adversidades do caminho.

Assim como acontece com os negócios, por mais que faça um super plano de negócio, só quando ele estiver no mercado é que saberá o que, de verdade, irá acontecer! Todas as pesquisas que fizer sobre o seu negócio, nenhuma será real... a realidade será quando estiver vendendo o seu produto e/ou serviço, e as mudanças deverão acontecer rapidamente.

Então pesquise, estude, converse com outras mães ou com outros empreendedores, mas saiba que cada um passa por um processo que será só seu!

Caso tenha alguma dúvida ou queira perguntar alguma coisa é só colocar aqui nos comentários!!!!

Beijos

Ajude um empreendedor e também ajude uma nova família

Uma das minhas teorias é que ninguém empreende sozinho, e lógico ninguém também faz um filho sozinho, tô pensando nos métodos convencionais, tá?! Sendo assim os pais (2 pessoas) precisam sim dividir as difíceis tarefas que é cuidar desse novo serumaninho.

Estou vivenciando isso e imagino o quanto deve ser difícil ser mãe sem que tenha o apoio do companheiro, e levo isso além, como o apoio dos familiares e amigos. Sei que sou privilegiada por todo o auxílio que tenho recebido, mas isso deveria ser mais incentivado e comum para todas as mulheres!

Assim como deveria acontecer com os negócios, um novo empreendedor sendo apoiado e recebendo ajuda de empreendedores mais experientes. Eu acredito muito nessa forma e juntos podemos ir mais longe, todos crescem juntos. Esse processo é a forma que acredito ser o caminho para um Brasil melhor, muito falamos sobre a coletividade, mas pouco estamos fazendo ou sendo coletivo em nossas ações.

Minha sugestão é que você ajude um novo empreendedor ou uma família com um bebê novinho, com certeza será bom para você e para quem você estará ajudando.

Eu sempre gostei muito de ajudar os novos empreendedores e a partir da chegada da Valentina passei a ajudar também as novas famílias, sei como isso é importante para todos! Ambos irão aprender e muito, é uma experiência única.



Tem alguma história bacana de apoio, seja de negócios ou de mãe, conte nos comentários e incentive as pessoas a fazerem o mesmo!

Beijos

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

A difícil tarefa de ser mãe


Eu nunca gostei dos afazeres da casa e não escondia isso de ninguém, meu negócio sempre foi trabalhar, mão na massa mesmo, planilhas, reuniões, parcerias, é isso que tenho prazer em fazer!


Só que com a chegada da Valentina fui obrigada a lidar com novos desafios domésticos, como lavar roupas, trocar fraldas, tirar lixo, secar roupas, passar, varrer o chão e tudo isso intercalando as mamadas, os choros, as massagens, exercícios e brincadeiras com a Tininha. Uma loucura só!


Sabe a minha conclusão... prefiro meu trabalho fora de casa, e minha opinião antiga de que ser homem é bem mais fácil continua. Não estou tirando o lindo movimento sobre a paternidade ativa, inclusive aqui em casa temos um baita Paizão, mas não tem jeito a mãe sempre será mais demandada!

Inclusive andou rolando pelas redes sociais que trabalhar fora é bem menos estressante que ficar em casa e cuidar das crianças. Para quem não viu, clique aqui!

Um grande salve para todas as mamães exaustas como eu! ♡

Beijos 

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Desejo de estar perto

Como é difícil ser mãe, faltam ainda uns 40 dias para eu voltar ao trabalho, mas já estou de coração partido...

Tenho sim vontade de voltar ao trabalho, sair de casa, fazer reuniões, me arrumar, colocar salto alto, mas também quero ficar perto da minha menina, quero brincar com ela, ter tempo antes e depois do trabalho para acompanhar o seu crescimento... Eu imagino que assim como eu existem milhares de outras mulheres na mesma situação e o vídeo abaixo me deixou bem emocionada e também determinada a tentar ficar mais perto da Tininha, pois o tempo passa rápido mesmo e quero estar com ela o máximo que puder!



Um grande abraço em todas as mães que também já sofreram ou estão sofrendo com isso!

Beijos

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Gestão de Estoque de fraldas

Pois é... não consigo deixar de fazer link do meu trabalho com a minha vida de mãe, e algo que é fundamental em uma empresa é a gestão de estoque. Se for uma grande empresa terá um sistema para fazer esse controle, já uma pequena empresa provavelmente terá o bom e velho caderno para fazer esse controle.

Caso você não tenha nem o caderno, borá adotar, pois a gestão do estoque é um ponto bem importante, principalmente se você lida com produtos perecíveis.

No meu caso fizemos um baita chá de bebê e ganhamos muitas fraldas, meu desafio inicial foi só separar em tamanhos: Recém Nascido, P, M, G e GG, mas quando passei a usar o tamanho P na minha filha percebi que cada marca adota pesos diferentes para o tamanho..., isso mesmo! Existe P para até 7,5 Kg, mas tem também P para até 5 kg e descobri isso bem próximo da minha filha completar 5 Kg, então provavelmente terei que doar os pacotes de fraldas tamanho P até 5 Kg, pois estão pequenas para ela!


Uma outra marca tem o tamanho P para peso até 6 Kg, e então passei a separar no meu estoque as fraldas por peso e não por tamanho. 

Essa é uma grande dica para quem ganhar fraldas em quantidade como aconteceu comigo!

Espero que tenham gostado, pois gestão de estoque é muito importante para não ter desperdício.

Beijos